JB: Co-Woker

Seus olhos foram abrindo aos poucos se deparando com uma claridade que fazia sua cabeça doer. Você olhou ao redor percebendo que só existia branco e que estava deitada, com um pouco de força você se sentou.
A porta fora aberta, vindo atrás do médico o seu colega de trabalho.
— Você está bem? — Ele te olhava preocupado fazendo um carinho em seu rosto.
Desde quando eu permiti essa intimidade?
 Você corou sentindo suas bochechas queimarem
— Senhorita você teve uma sorte por esse rapaz — olhou para JB — Ter visto e trazido para cá no momento em que desmaio.
— Eu desmaiei? — Você estava assustada, não se lembrava de nada, apenas de estar digitando o enorme relatório que seu chefe havia mandando fazer com um curto prazo.
— O médico disse que você se esforçou demais, ficou sem comer e dormindo pouco tendo como resultado um desmaio repentino — JB acariciou sua mão.
 Esses carinhos ainda vão me matar
 — Como o rapaz disse você não tem se cuidado direito, ainda bem que ele te trouxe logo porque seu caso poderia ter piorado. Acho bom agradecer esse garoto, pois ele foi seu anjo da guarda — o seu colega de trabalhou sorriu tímido devido às falas do médico.
O silêncio se fez presente na sala enquanto você olhava para JB e o mesmo retribuía o olhar deixando o médico alheio à situação pigarreando para chamar a atenção de vocês.
— Deixei com o seu amigo todos os remédios que você deve tomar. Agora tenho que ir porque hoje o dia está cheio — o médico disse logo deixando vocês a sós.
— Como você se descuidou desse jeito? — Ele parecia bravo consigo fazendo você se encolher por causa da repreensão.
— Eu tinha que terminar o relatório, não dava para eu fazer a janta e fazer o relatório ao mesmo tempo, aí eu optei pelo que me garantia as contas pagas — você formou um bico nos lábios.
— Você optou pelo que te fazia parar no hospital isso sim — JB revirou os olhos — Vai se trocar, vou te levar para casa.
— Não preciso, eu consigo ir de metrô — você tentava o convencer.
Ele ignorou o que você havia dito.
— Continuando, eu vou te levar para casa e estarei te esperando lá fora. Espero que não demore — o maior saiu batendo a porta te deixando assustada.
— Nervosinho — você murmurou.
Com muita preguiça você se levantou, tomou um banho rápido e vestiu a roupa que JB havia deixado em uma sacola de alguma loja do shopping.
— Ele tem um bom gosto — você olhou para o seu reflexo no espelho admirando a roupa que o outro havia comprado para si.
JB te esperava sentado no banco de espera que havia no imenso correndo.
— Podemos ir? — Ele segurou sua mão.
Você apenas assentiu como resposta deixando ser puxada pelo rapaz. O carro de JB tinha o cheiro do perfume masculino que fazia seu coração acelerar.
— Seus pais estão em casa? — Ele olhava para a rua.
— Eu moro sozinha — você deu uma risada sem graça.
Vocês trabalhavam juntos, você tinha um amor platônico por JB, mas nunca trocaram mais do que alguns bons dias e diálogos sobre os enormes relatórios que eram obrigados a fazer.
— Então você vai para minha casa — o loiro dizia com a maior naturalidade te deixando mais nervosa ainda.
— Mas eu não tenho roupa e eu não quero incomodar — você tentava falar calmamente.
— Você acha que eu vou te deixar sozinha doente? Não se preocupe com roupas porque deve ter algumas roupas da minha irmã esquecidas por lá — ele sorria por ter achado uma solução para todas as suas desculpas.
O apartamento era enorme para alguém que morava sozinho, seus olhos exploravam cada canto que alcançavam.
— Eu vou tomar um banho. Pode ficar à vontade — o rapaz seguiu para o corredor entrando em alguma porta que você não fez questão de olhar.
— Agora vamos descobrir mais sobre a sua vida JB — você se levantou do sofá em pulo com um sorriso maléfico procurando algo sobre a vida do seu colega de trabalho.
Após fuçar bastante você achou uma caixinha vermelha que continha duas alianças.
 Então ele ia noivar? Seu coração se despedaçou.
 JB já saiu do banheiro vestido, te deixando desesperada tratando de logo guardar o que foi achado.
— Por que está com essa cara de quem viu um fantasma? — Ele te olhava com uma sobrancelha arqueada.
— Eu não sabia que você tinha noiva — você o fuzilou com o olhar — Acho que ela não irá gostar de me ver aqui — o seu tom de voz parecia um pouco decepcionado e com ciúme.
— Você deve ter bisbilhotado lugares que não deveria — ele repreendeu sua atitude com um olhar — E por que eu sinto que você está com ciúme? — ele riu.
— Não mude de assunto — você não contava que ele fosse perceber sua pequena crise de demonstração de ciúme.
— Eu ia noivar, namorava fazia um tempo com uma garota, mas então entrei no meu emprego e conheci alguém que me fez ver que não gostava dela de verdade. Eu acho que me apaixonei — JB estava corado?
— Ah é? — A sua curiosidade era enorme — E quem é esse alguém?
— Você — ele falou como se fosse algo comum como se não estivesse se declarando para si.
Você se aproximou receosa acariciando o rosto loiro que de perto parecia tão quanto quando você o observava trabalhando, as respirações aceleraram mesmo ambos tentando controlar e então os lábios quentes do maior se chocaram com o seu. Aquilo parecia tão certo, tão predestinado.
Ele puxara sua cintura fazendo seu corpo colar ao dele, seus braços envolveram o pescoço que você logo fez questão de o deixar marcado mostrando que agora JB tinha dona.
A língua do rapaz era tão quente que fazia todos os pelos do seu corpo arrepiarem, ele mordia, beijava cada parte exposta do seu corpo logo voltando a procurar a sua boca para aprofundar o contato que os deixavam necessitados a provar novamente.
JB só parou o ósculo para retirar sua blusa deixando você fazer o mesmo com a dele e aproveitando para admirar o corpo do loiro. Suas unhas arranhavam as costas do mesmo seguindo para a barriga que se contrai fazendo você rir entre o beijo.
As coisas estavam esquentando, parecia precipitado se envolver tão rápido com o seu colega de trabalho, mas você o queria e não esperaria mais nenhum segundo. Vocês foram se beijando até a porta do quarto do maior que chutou a mesma para abrir tendo alguns quase tombos quando tropeçavam.
O loiro deitou você na cama com cuidado se encaixando entre suas pernas, ele distribuindo beijos por toda sua tez só parando quando chegou ao botão da sua calça jeans, você suspirou de ansiedade pelo o que estaria por vir, ele retirou sua calça e fez o mesmo com a dele jogando em algum canto qualquer. Ele apertava, acariciava suas coxas deixando você arrepiada, as mãos do rapaz te tocavam como nunca alguém havia tocado.
— Você não sabe como sonhei com isso — ele sorria bobo voltando a acariciar seu rosto.
Suas bochechas ardiam mesmo estando escuro você acreditava que havia percebido porque logo tratou de deixar selares em cada uma delas.
JB soltou o fecho do seu sutiã descendo as mãos para sua calcinha tirando a última peça de roupa que atrapalhava o contato mais íntimo de vocês, o loiro tirou a cueca boxer que usava mostrando a sua intimidade que já se encontrava ereta e com pré-gozo...
Você decidira tomar uma atitude, o rapaz se encontrava em pé parado a sua frente enquanto você deslizava a mão pelo membro duro fazendo JB gemer rouco, como você gostara de ouvir aqueles gemidos, faria algo para agradá-lo, lambeu a glande inchada sentindo o gosto delicioso que seu colega de trabalho tinha. Sua boca quentinha acolheu o sexo do loiro que era grande para sua cavidade, mas nada que não fosse resolvido com carícias na parte que ficará sobrando. Você estava gostando tanto de proporcionar prazer para aquele que você sempre foi apaixonada, as mãos do rapaz estavam em seu cabelo ditando o movimento que mais o excitava.
— Para — ele falou de um modo autoritário te deixando um pouco confusa — Deita no meio da cama — você obedeceu ao pedido do mais velho.
JB abriu uma gaveta tirando um pacote de camisinha colocando no próprio membro para então se deitar no meio das suas pernas fazendo a intimidade dele roçar na sua.
— Quero que olhe para mim — você novamente o obedeceu — Não quero que deixe de olhar para mim um momento sequer.
Você sentiu o loiro te penetrar fazendo soltar um gemido tímido, os movimentos começaram lentos te deixando irritada, você queria mais, queria mais fundo, queria mais forte.
— J-JB mais rápido — você cravara suas unhas nas costas do maior descontando toda sua excitação ali, queria mostrar o quanto ele fodia bem.
Ele atendera seu pedido estocando rapidamente e mais forte acertando seu ponto, seus olhos se fecharam aquele com certeza era o melhor sexo da sua vida. Você gemia alto pedindo por mais, não se importava se tinha vizinhos queria mesmo que todos ouvissem.
O loiro mudou a posição te fazendo ficar de quatro para ele, até sentiria vergonha, mas naquele patamar pouco se importava na posição que estava só queria sentir ele dentro de si novamente e foi o que ele fez, entrando em você novamente fazendo suas pernas fraquejarem.
Ele logo acertou seu ponto doce novamente e você não aguentou, se desfez no mesmo momento sentindo seu corpo amolecer tendo que ser segurada por JB que ainda não tinha chegado ao ápice.
Mais algumas estocadas foram dadas até o loiro alcançar o prazer, logo após tirando a camisinha e a jogando em qualquer canto do quarto, ele deitou ao seu lado te trazendo para mais perto.
— Precisamos de um banho — você se sentia pegajosa, mas no fundo estava com preguiça de levantar até para comer.
— Agora não, me deixa aproveitar mais algum tempo aqui com você — ele beijou a ponta do seu nariz fazendo você corar novamente.
— Não é como se eu fosse fugir — você riu, não fugiria de JB nem que ele te mandasse embora.
— Posso te contar um segredo, ? — O loiro parecia estar ansioso e você pode sentir o coração do mesmo acelerar.
— Claro que pode — você sentia que algo bom estaria por vir.
... Você foi a melhor coisa que aconteceu na minha vida — o loiro selou seus lábios te deixando sem resposta, como queria gravar a fala do maior para ouvir a noite inteira.
— Você é a melhor coisa que aconteceu na minha vida — e então ele te apertou em seus braços, te abraçando de um modo possessivo que você adorou.
 Não era mais um sonho, você estava ali, sentindo o calor do seu colega de trabalho.