Era mais um dia de calor, você desabou no sofá de cansaço
por ter limpado a casa inteira. Você tentou se distrair para tentar esquecer o
problema que logo viria, mas a única coisa que tinha para fazer era arrumar a
casa. E você optou por fazer isso mesmo.
Seus pais inventaram de fazer uma viagem para um resort e
por incrível que pareça você não estava incluída. E isso te deixou irritada.
Estaria tudo bem se eles fossem viajar e te deixassem
sozinha, mas não seu primo retardado iria vim cuidar de você. Ele até tinha
idade para cuidar de você, só que de mentalidade ele passava longe.
Você estava sentada pensando em como seria horrível passar
do final de semana com seu primo quando sua mãe começou a te cutucar.
— O que foi mãe? — Você disse um pouco irritada.
— O que foi? Estou te chamando há horas e você não
responde. Está pensando na morte da bezerra menina? — Sua mãe dizia rindo.
Exagerando como sempre.
— Não — você respondeu ríspida — Estou
pensando em como vai ser ficar em baixo do mesmo teto que aquela peste.
— Não fale assim do seu primo, ele é bom garoto. E ele
foi muito gentil em aceitar cuidar de você — ela te olhava séria.
— Bom garoto na frente de vocês e eu sei me cuidar
sozinha — você disse bufando e cruzando os braços.
— Sem fazer birra , agora vai tomar um banho que
logo seu primo chega.
Você foi para o banheiro pisando forte. Seus pais mal sabiam
que seu primo era um babaca que só te zoava e que ele adorava tirar sua
paciência.
Você tomou banho e colocou qualquer roupa, não iria se
arrumar para aquele moleque idiota.
A campainha tocou.
— Filha vai atender a porta — sua mãe gritou da
cozinha.
Com passos lentos você foi abrir a porta para o seu primo,
mas nada que você fizesse iria adiar a entrada dele em sua casa. Então você
abriu a porta.
E veio aquele sorriso encantador que engana qualquer garota,
mas você não iria cair nessa, conhecia muito bem esse garoto para saber que ele
não prestava.
Era impressionante, só ele te olhar que toda raiva que você
sentia por ele passava.
— Olá priminha — ele parecia animado.
— Olá Bambam — você sorriu forçado e deu espaço
para ele entrar.
Ele entrou e sua mãe saiu correndo da cozinha para abraçar
ele.
— Bambam meu amor, que saudades. Você nunca mais veio
aqui — ela dizia apertando o coitado.
— Oi Tia — ele tentava se soltar do abraço — Tia,
você está me sufocando — ele falava com dificuldade.
— Ai desculpa, é a saudade — ela o soltou e ficou
meio sem graça.
Você assistia aquela cena com a maior irritação. Sua mãe era
muito puxa saco do seu primo desde quando ele era pequeno, ela parecia ser mais
mãe dele do que sua.
— Acho que já podemos acabar com isso né? — Você
dizia cruzando os braços.
— Não seja tão ciumenta prima, nós só estávamos matando
as saudades. E eu tenho certeza que logo vamos matar a nossa — ele disse
lançando um olhar malicioso, pena que sua mãe estava de costas e não viu.
— Acho que já está tudo pronto — seu pai disse
vindo com as malas.
— Meus amores se cuidem tá? Bambam qualquer coisa que a
aprontar você me liga — ela disse depositando um beijo na minha
testa e na do Bambam.
— Vamos ficar bem Tia, ela vai se comportar direitinho
né prima? — Ele sorriu de modo estranho.
Por que você via duplos sentidos nas frases de Bambam?
— Claro — você deu um sorriso falso.
Seu pai te deu um braço junto com sua mãe e Bambam os
acompanhou até porta. Quando ele fechou a porta você pode ver o sorriso
malicioso que ele tinha.
— Então me diz prima — ele andava em sua direção
novamente.
— Diz o que? — Você abaixou a cabeça tentando
fugir do olhar encantador que ele te lançava.
— Você sentiu minha falta? — Como era esperado, as
paredes existiam e você ficou encurralada.
— Eu não — você disse firmando seu olhar nos seus
pés descalços.
— É mesmo? — Ele segurou seu queixo e levantou seu
rosto para olhar em nós olhos dele.
— Queria tanto que você sentisse minha falta — ele
fez um bico que você ficou com vontade de morder.
— Quem s-sabe se você ficar mais t-tempo longe? — Você
se condenou por ter gaguejado.
— Você me quer longe mesmo? — Ele disse com um tom
sensual e roçou os lábios no seu pescoço.
— Uhmm — você mais gemeu do que falou.
— Não é o que parece — ele apertou sua cintura.
Você deu um gemido abafado. Como ele causava essas reações
em você só com atitudes pequenas? Onde estava aquele ódio todo?
— O que você quer Bambam? — Você tentava ignorar
os beijos que ele dava em seu pescoço.
— O que eu quero? Será que não está na cara? — Ele
beijou o canto da sua boca.
Você sempre teve uma quedinha pelo Bambam, mas como ele
sempre te zoava não tinha como você gostar de alguém que só te esculachava.
— O que te fez querer isso? — Você queria entende
melhor essa mudança de tratamento, ele mesmo disse que tinha pena do menino que
te beijasse.
— Talvez eu tenha pensando melhor e visto que tinha
alguém que valia a pena — ele disse pegando seus braços e envolvendo no
próprio pescoço.
— E esse “alguém” sou eu? — Você resolveu deixar a
timidez de lado e o puxou para seus corpos ficarem colados. Ele segurava em sua
cintura.
Sua pergunta teve uma resposta melhor do que você esperava.
Bambam te beijou. Foi o melhor beijo que você teve em sua
vida.
Ele alternava em beijar sua boca e beijar seu pescoço.
Bambam mordia seu lábio inferior e puxava para si. Você contornava com a língua
os lábios rosados que ele tinha.
Bambam te provocava aprofundava o beijo e quando você ia
corresponder, ele direcionava o beijo para seu pescoço. Te deixando no vácuo.
Você não queria ficar mais envolvida naquilo, mas parecia
que quando você tentava fugir dos toques dele, seus pés não obedeciam a seu
comando e continuavam na mesma posição.
Suas pernas se encontravam em volta do corpo de Bambam
enquanto ele te levava para seu quarto.
Você nem notou quando sua roupa foi tirada, você estava
muito mais ocupada olhando o corpo de seu primo.
Quando ele ficou tão gostoso assim?
Ele voltou a se deitar em cima de você. Bambam se
movimentava em um vai e vem que causa um atrito entre suas intimidades fazendo
você arranhar as costas alheias.
Você podia se desfazer naquele instante.
Seu primo roçava o membro em sua entrada só para te atiçar.
Seu corpo estremecia quando Bambam mordia o bico do seu seio e lambia a ponta.
— Me diz priminha, você já fez isso com alguém? — Ele
dava chupões em seu pescoço que no outro dia com certeza teria uma coloração
roxa.
— N-não. Ah! — você não conseguia mais conter os
gemidos.
— Que bom que sou o primeiro, não aceitaria saber que
você já teve outro — ele deu um sorriso travesso.
E assim ele te penetrou, doeu um pouco no começo que fez
você fazer uma careta de dor e Bambam dar um beijo em seu ombro como pedido de
desculpa.
A mão quente de seu primo segurava com firmeza em sua
cintura.
Bambam estocava fundo enquanto você agradecia mentalmente
seus pais por fazer aquela viagem. Ele sorria cada vez que você deixava um
gemido escapar.
— Geme meu nome — ele pediu rouco no seu ouvido
aproveitando para morder a ponta da sua orelha.
— B-Bambam mais rápido — ele sorriu e
atendeu a seu pedido.
Seu primo buscou seus lábios no meio de tanto prazer.
E você pensou em como aquela boca tão gostosa poderia falar
tanta besteira.
Você maltratava as costas dele, cravando suas unhas com
todas as suas forças e arranhando toda a extensão. Você mordia e chupava o
pescoço do mesmo querendo marcar cada canto que podia para qualquer garota que
pensasse em tocar nele visse.
Você sentiu suas pernas fracas e se agarrou mais ao Bambam,
você tinha chegado ao clímax.
Ele foi parando aos poucos e sentou na cama.
Você não entendeu.
— Acho bom você me aliviar, não estou a fim de tomar um
banho gelado agora — ele riu.
— Mas eu não sei fazer isso — você disse confusa.
Ele deu uma risada alta e segurou no seu cabelo.
— Só chupa — ele disse antes de afundar sua boca
em membro.
Você se engasgou várias vezes devido ao tamanho recebendo um
murmuro pedindo desculpa.
Ele ditava os movimentos e eles eram rápidos. Você sentia o
membro dele pulsar em sua boca.
Bambam invadia sua cavidade bucal, praticamente fodendo com
sua boca. E seu primo se desfez na mesma. Você engoliu tudo.
Ele te puxou para deitar novamente na cama, te fazendo
deitar em seu peito. Você sentiu uma caricia em seu cabelo e um selar em sua
cabeça.
— Boa noite prima — ele te deu um selinho.
— Boa noite Bambam — você se aninhou nos braços
dele.
Seu final de semana foi baseado em beijos e caricias. Bambam
nem parecia mais ser aquele primo chato e irritante.
